18/12/2010

Informação


 Pesquisadora da USP questiona aquecimento global


Modelos tomados como realidade
Depois de analisar e comparar a literatura científica sobre o aquecimento global, a geógrafa Daniela de Souza Onça é enfática:
"As hipóteses que afirmam a existência do aquecimento global e sua culpabilidade pelos eventos extremos não são teorias científicas solidamente estabelecidas, e sim saídas de modelos matemáticos do clima."
A pesquisa Quando o Sol brilha, eles fogem para a sombra!: a ideologia do aquecimento global, foi baseada na comparação entre as pesquisas produzidas pelas duas facções que se formaram, chamadas cética e aquecimentista, especialmente na leitura do quarto relatório do IPCC, de 2007.
Daniela afirma que não foi encontrada, até hoje, nenhuma prova ou evidência de que o aquecimento do planeta esteja sendo provocado pelo homem.
Para ela, tudo o que existe são resultados de modelos matemáticos do clima.
"Muitas outras 'provas' são evocadas, como derretimento de geleiras, enchentes, furacões e secas. Mas tudo isso faz parte da variabilidade natural do sistema climático. Certamente, ocorreram eventos mais variáveis e intensos do que hoje ao longo de nossa história recente. A única 'evidência' são as saídas de modelos, mas quem disse que esses modelos representam adequadamente a realidade, ou que a representam suficientemente bem para sustentarmos o aquecimento global [antropogênico] com tanta segurança?", questiona.
Para a geógrafa, mesmo os modelos climáticos mais avançados ainda estão muito longe de conseguirem executar uma simulação do clima suficientemente acurada, portanto seus resultados não podem ser tomados como evidência. "Os modelos são baseados no conhecimento dos cientistas, que podem ser tanto insuficientes quanto incorretos", defende Daniela.
Exclusão social
Daniela igualmente constatou que contrariar a hipótese do aquecimento global é, hoje, considerado um grave pecado contra o progresso da ciência e o futuro da humanidade.
Na opinião da geógrafa, diversos problemas sociais e econômicos não são provocados pelas mudanças climáticas, mas sim pela estrutura excludente do sistema capitalista.
"A incidência de malária não é provocada pela elevação das temperaturas globais, mas sim por programas ineficazes ou inexistentes de saúde pública. A escassez de água potável não é provocada pela redução das precipitações, mas sim pela pressão crescente sobre recursos hídricos cada vez menos conservados", exemplifica.
Em seu estudo, Daniela avalia que "a pobreza e a miséria não são provocadas pelo aquecimento global, mas pela concentração de renda."
Para a pesquisadora, o sistema capitalista justifica a continuidade e o agravamento da miséria global com o aquecimento global, negando que seja resultado da concentração de renda, da ação de uns poucos conglomerados industriais, da falta de vontade política.
"Assim, sendo todos culpados pelo aquecimento global, somos todos culpados de todas as misérias que nos afligem, e não governos ou empresas", explica.
Pseudo-ciência
Os dias têm sido ruins para a ortodoxia que se criou em torno do tema.
Em meados de Setembro, o Prêmio Nobel de Física Ivar Giaever desligou-se da Sociedade Americana de Física afirmando que os estudos do aquecimento global são pseudo-ciência.
A Sociedade respondeu em uma nota afirmando que isto não era preocupante porque não estava havendo uma debandada e que, portanto, manteria seu compromisso com a conclusão de que o aquecimento global é provocado pelo homem.
A própria nota é um sintoma do viés anti-científico que as discussões tomaram, uma vez que a associação não se compromete com uma linha de pesquisa ou nem mesmo com um método de pesquisa, mas com resultados pré-definidos.
Quanto à debandada, a entidade já havia recusado uma revisão na posição sobre o assunto, solicitada por um grupo de 160 físicos, entre os quais o próprio Giaever.
Essa intromissão da política na ciência tem verdadeiramente impedido o prosseguimento da liberdade científica tão necessária para aumentar o conhecimento humano - a prova disso é que hoje é praticamente impossível conseguir publicar um artigo que não chegue às conclusões que a comunidade científica votou como consenso.

(Inovação Tecnológica)

 Manto da invisibilidade 




As maiores invenções e inovações deste século estão já em andamento graças
a estes incríveis materias que estão sendo descobertos,como os nanotubos,metamateriais e  Grafeno.(Gilmarkys)





Efeito miragem
Cientistas criaram um manto da invisibilidade que foge completamente ao padrão usado até agora para esconder coisas.
Em vez de usar os já tradicionaismetamateriais, o grupo do professor Ray Baughman, da Universidade do Texas, tirou proveito do conhecido efeito miragem.
O efeito miragem é observado não apenas em desertos, mas também sobre o asfalto em dias muito quentes.
Esse fenômeno óptico ocorre porque o ar próximo ao solo fica mais quente do que o ar logo acima, criando uma interface que faz com que os raios de luz curvem-se.
Assim, em vez de simplesmente atingir o asfalto, os raios de luz viram e levam a imagem do céu até os olhos do observador, criando a ilusão de que o asfalto está molhado.
Tecido de nanotubos de carbono
Os pesquisadores usaram uma espécie de tecido feito com nanotubos de carbono - na verdade trata-se de um aerogel de nanotubos.
Apesar de terem a mesma densidade do ar, os nanotubos são fortes como o aço e excelentes condutores de calor.
Aplicando uma tensão à folha de nanotubos, os cientistas fazem com que ela se aqueça a temperaturas muito altas.
Ao transferir o calor para o ambiente à sua volta, cria-se um gradiente de temperatura muito íngreme no ar ao redor.
Exatamente como na miragem do asfalto, esse gradiente de temperatura faz com que os raios de luz curvem-se para longe do objeto a ser escondido - que fica por detrás da folha de nanotubos - tornando-o invisível.
Invisibilidade controlável
Sendo acionado por eletricidade, o novo manto da invisibilidade tem, além da maior simplicidade, a vantagem de poder ser ligado e desligado ao toque de um interruptor.
Quando a camuflagem é ligada, gera-se a invisibilidade por meio de um efeito conhecido como deflexão fototermal, ou efeito miragem de feixe único.
"Usando essas folhas de nanotubos, a camuflagem pode ser feita ao longo de todo o espectro óptico (visível) e ligada e desligada à vontade, usando aquecimento elétrico ou pulsos de radiação eletromagnética," diz o Dr. Ali Aliev, responsável pelos experimentos.
Para ele, o experimento mostra a possibilidade de uso das folhas de nanotubos como projetores termoacústicos e em sonares, com o som sendo produzido pelo aquecimento provocado por uma corrente alternada.
Bibliografia:

Mirage effect from thermally modulated transparent carbon nanotube sheets
Ali E Aliev, Yuri N Gartstein, Ray H Baughman
Nanotechnology
03 October 2011
Vol.: 22 Number 43 435704
DOI: 10.1088/0957-4484/22/43/435704+

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Declarações da corregedora-geral de Justiça, Eliana Calmon, provocaram polêmica

Integrantes do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) reagiram às declarações da corregedora-geral de Justiça, Eliana Calmon, que afirmou que há "bandidos de toga" na Justiça brasileira. Em nota lida na sessão desta terça, o presidente do CNJ, ministro Cezar Peluso, não citou abertamente a corregedora, mas disse que acusações feitas contra os juízes são "levianas" e que "desacreditam a instituição o Judiciário perante o povo".
Em entrevista concedida à Associação Paulista de Jornais e que repercutiam em outros veículos nesta terça-feira, Eliana Calmon disse que a Associação de Magistrados Brasileiros (AMB) tenta restringir a atuação do CNJ, o que, para ela, "é o primeiro caminho para a impunidade da magistratura, que hoje está com gravíssimos problemas de infiltração de bandidos que estão escondidos atrás da toga". A ministra referia-se, com o comentário, à ação impetrada no Supremo Tribunal Federal (STF) pela AMB, que pede que o CNJ só atue depois de esgotados todos os recursos nas corregedorias estaduais.
"Sem identificar pessoas, nem propiciar qualquer defesa, as acusações lançam, sem prova, dúvidas sobre a honra de milhares de juízes que, diariamente, dedicam-se ao ofício de julgar com imparcialidade e honestidade, garantindo a segurança da sociedade e a estabilidade do Estado Democrático de Direito", diz trecho da nota lida por Peluso. O texto foi assinado por 12 dos 15 conselheiros. Os demais - Eliana Calmon, Jefferson Kravchychyn e José Lúcio Munhoz - não estavam presentes na sessão.
A ação da AMB foi o estopim de debates sobre o papel do CNJ. A entidade pretende declarar inconstitucional uma resolução que o conselho editou em julho para regulamentar suas atividades administrativas e disciplinares. Caso acatada pelos ministros da Corte, a ação pode resultar no esvaziamento do poder de correição do CNJ e restringir sua atuação aoplanejamento, à gestão e modernização do Judiciário.
Isso ocorreria porque o CNJ só seria chamado a agir depois das corregedorias locais nos processos em que a idoneidade de juízes é colocada em dúvida. A correição ficava com as cortes regionais até 2005, quando a aprovação da reforma do Judiciário, no Legislativo, criou a figura do CNJ. A ideia era que os tribunais tivessem um órgão de controle para monitorar suas atividades, papel desempenhado pelo conselho desde então.

Jornal do Brasil.







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